Até 3 de Março de 2013 está patente a mais completa exposição retrospectiva de Julião Sarmento (Lisboa, 1948) até agora realizada. Nas últimas quatro décadas, a obra de Julião Sarmento tem conseguido uma ampla circulação internacional, fazendo do seu autor um dos mais reconhecidos artistas contemporâneos portugueses. A obra de Sarmento explora temas como o erotismo e a sexualidade, questionando conceitos como o desejo, a ausência, o tempo e a linguagem, através de diferentes técnicas como a pintura, o desenho, a escultura, a instalação, o cinema, a fotografia e a performance.
Museu de Serralves | Rua Dom João de Castro,210, | Porto | Segunda a Sexta, das 10h às19h | Fim-de-semana e feriados, das 10 hàs 20h | www.serralves.pt
sexta-feira, 14 de dezembro de 2012
quinta-feira, 25 de outubro de 2012
Museu do Neo-Realismo - Vila Franca de Xira
Até 3 de Março de 2013 está patente a exposição The Return of the Real – 20, intitulada Sous le Trottoir la Plage, de João Louro. Como efeito de despedida e sintoma ao mesmo tempo de uma reflexão atualíssima, a última exposição do ciclo de arte contemporânea “The Return of the Real” fica marcada por uma insinuante peça de néon que invade o espaço do átrio do Museu do Neo-Realismo. “Revolution”, a palavra, resplandece, desde logo, a azul-turquesa, como signo de uma intensa ambiguidade deceptiva. Será que comunica ainda um conceito político, um slogan, ou antes uma ideia de consumo, uma marca registada? Aliás, esta interrogação é obrigatória, incontornável mesmo, pois a palavra “revolution”, com as letras desenhadas em lâmpadas fluorescentes, remetendo para os painéis publicitários do século passado, é ladeada não pelo “r” de marca registada, mas pelo seu sucedâneo, esse “c” minúsculo inserido num pequeno círculo que “garante” os direitos de autoria, como se a ideia de “revolução” pudesse ser atribuída a um só autor ou proibida a sua disseminação abusiva. O que um exímio manipulador de signos, como João Louro, nos propõe com esta palavra, simultaneamente flagrante, estranha e familiar, é a experiência da sua aparente mas paradoxal irrelevância, o seu atual desgaste ao nível do significado, apesar do contexto efervescente ditado pela crise económica da Europa e do mundo ocidental. Será que a expressão “Revolution” se converteu ao longo dos tempos num alvo à mercê de interpretações apropriacionistas, transformando-se num território verbal de exploração exaustiva e quase arbitrária?
MUSEU DO NEO-REALISMO | RUA ALVES REDOL, 45 | VILA FRANCA DE XIRA | Terça a Sexta das 10h às 19h | Sábado das 12h às 19h | Domingo das 11h às 18h | www.museudoneorealismo.pt
MUSEU DO NEO-REALISMO | RUA ALVES REDOL, 45 | VILA FRANCA DE XIRA | Terça a Sexta das 10h às 19h | Sábado das 12h às 19h | Domingo das 11h às 18h | www.museudoneorealismo.pt
Museu Calouste Gulbenkian - Lisboa
Até 27 de Janeiro de 2013 está patente, no Museu Gulbenkian uma exposição centrada nas representações físicas e simbólicas do Mar ao longo de quatro séculos da pintura ocidental (séculos XVI-XX), por artistas como Turner, Friedrich, Ingres, Guardi, Bocklin, Constable, Lorrain, Monet, Courbet, Klee, Dufy, De Chirico, Manet ou Van Goyen, entre muitos outros. A pintura portuguesa estará representada por nomes como Amadeo, Vieira da Silva, Sousa Lopes, Noronha da Costa, António Carneiro ou João Vaz.
Com curadoria de João Castel-Branco Pereira, diretor do Museu Gulbenkian, As Idades do Mar reúne 108 obras vindas de meia centena de instituições nacionais e estrangeiras e conta com mais de uma dezena de peças da coleção do Museu d’Orsay.
A abrir a exposição estará A Largada do Bucentauro de Francesco Guardi, obra pertencente à coleção do Museu Gulbenkian e que sintetiza as linhas programáticas da mostra representando um ritual que se cumpria anualmente na cidade de Veneza que simbolizava o casamento entre a Terra e o Mar.
A exposição desenvolve-se, a partir daí, em seis núcleos distintos: A Idade dos Mitos; A Idade do Poder; A Idade do Trabalho; A Idade das Tormentas; A Idade Efémera; A Idade Infinita.
Em torno da exposição realizam-se três conferências sobre iconografia do mar na azulejaria, na tapeçaria e na pintura, nos dias 5, 12 e 26 de novembro, às 18h, no Auditório 3.
Legenda da Imagem: Edward Hopper, Square Rock Ogunquit, Whitney Museum of American Art
Museu Calouste Gulbenkian | Av. de Berna, 45A | Lisboa | Terça a domingo das 10h às 18h | Quinta e Sábado das10h às 20h| www.gulbenkian.pt
Com curadoria de João Castel-Branco Pereira, diretor do Museu Gulbenkian, As Idades do Mar reúne 108 obras vindas de meia centena de instituições nacionais e estrangeiras e conta com mais de uma dezena de peças da coleção do Museu d’Orsay.
A abrir a exposição estará A Largada do Bucentauro de Francesco Guardi, obra pertencente à coleção do Museu Gulbenkian e que sintetiza as linhas programáticas da mostra representando um ritual que se cumpria anualmente na cidade de Veneza que simbolizava o casamento entre a Terra e o Mar.
A exposição desenvolve-se, a partir daí, em seis núcleos distintos: A Idade dos Mitos; A Idade do Poder; A Idade do Trabalho; A Idade das Tormentas; A Idade Efémera; A Idade Infinita.
Em torno da exposição realizam-se três conferências sobre iconografia do mar na azulejaria, na tapeçaria e na pintura, nos dias 5, 12 e 26 de novembro, às 18h, no Auditório 3.
Legenda da Imagem: Edward Hopper, Square Rock Ogunquit, Whitney Museum of American Art
Museu Calouste Gulbenkian | Av. de Berna, 45A | Lisboa | Terça a domingo das 10h às 18h | Quinta e Sábado das10h às 20h| www.gulbenkian.pt
segunda-feira, 22 de outubro de 2012
Museu Nacional do Azulejo - Lisboa
Até 28 de Fevereiro de 2013 está patente a exposição, Da Flandres. Os azulejos encomendados por D. Teodósio I, 5º Duque de Bragança. Numa parceria entre o MNAz, a Fundação da Casa de Bragança e o Centro de História de Além-Mar/FCSH/UNL, esta exposição temporária reunirá pela primeira vez os azulejos de D. Teodósio I, reconstituindo a disposição original dos seus vários conjuntos e a relação que estes estabeleceriam com o espaço para o qual foram encomendados. Deste modo, procura-se interpretar esta importante encomenda, alicerçada na recolha documental entretanto revelada, e que fornece uma nova leitura ao contexto das relações artísticas entre Portugal e a Flandres à época.
Museu Nacional do Azulejo | Rua da Madre de Deus, 4 | Lisboa | Terça a Domingo das10h às 18h | mnazulejo.imc-ip.pt
Museu Nacional do Azulejo | Rua da Madre de Deus, 4 | Lisboa | Terça a Domingo das10h às 18h | mnazulejo.imc-ip.pt
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