A partir de 27 de Janeiro até 03 de Abril estará patente a exposição Caucase, Souvenirs de Voyage que reúne um conjunto de trabalhos fotográficos de Pauliana Valente Pimentel e Sandra Rocha, que têm como tema central o território do Cáucaso – Arménia, Geórgia e Azerbaijão. A exposição resulta de uma viagem que as autoras realizaram em conjunto, ao referido território, em Maio de 2009. “(...) Pauliana Valente Pimentel e Sandra Rocha – alunas dos cursos de fotografia do Programa Gulbenkian de Criação e Criatividade Artística (2005 e 2008), tomaram o livro de Calouste Gulbenkian como ponto de partida para um projecto de viagem, percorrendo muitos anos depois o itinerário que ele fizera. Esta revisita visual às paisagens do Cáucaso e esta redescoberta dos seus habitantes são exercícios contrapontísticos no tempo, sobre um espaço onde se cruzaram e cruzam etnias, religiões e culturas. Entre a compreensão arguta de Calouste Gulbenkian e a luz da câmara de Pauliana Valente Pimentel e Sandra Rocha medeiam mais de cem anos. Apenas dois modos de olhar o mesmo pedaço do mundo.”, escreve Emílio Rui Vilar, preside do Conselho de Administração da Fundação Calouste Gulbenkian. A verdadeira percepção e a emotividade que as autoras possam ter sentido ao visitar o Cáucaso, não decorre do reconhecimento das características físicas do lugar, mas sim da percepção que há uma história por detrás do espaço, neste caso concreto, a história de Calouste Sarkis Gulbenkian. Legenda da foto de Sandra Rocha, Azerbeijão Fundação Calouste Gulbenkian | Sala de exposições temporárias | Av. de Berna 45A | Lisboa | Terça a Domingo: 10h 17h45 | www.gulbenkian.pt/index.php?article=2967&langId=1&format=404terça-feira, 25 de janeiro de 2011
Fundação Calouste Gulbenkian - Lisboa
A partir de 27 de Janeiro até 03 de Abril estará patente a exposição Caucase, Souvenirs de Voyage que reúne um conjunto de trabalhos fotográficos de Pauliana Valente Pimentel e Sandra Rocha, que têm como tema central o território do Cáucaso – Arménia, Geórgia e Azerbaijão. A exposição resulta de uma viagem que as autoras realizaram em conjunto, ao referido território, em Maio de 2009. “(...) Pauliana Valente Pimentel e Sandra Rocha – alunas dos cursos de fotografia do Programa Gulbenkian de Criação e Criatividade Artística (2005 e 2008), tomaram o livro de Calouste Gulbenkian como ponto de partida para um projecto de viagem, percorrendo muitos anos depois o itinerário que ele fizera. Esta revisita visual às paisagens do Cáucaso e esta redescoberta dos seus habitantes são exercícios contrapontísticos no tempo, sobre um espaço onde se cruzaram e cruzam etnias, religiões e culturas. Entre a compreensão arguta de Calouste Gulbenkian e a luz da câmara de Pauliana Valente Pimentel e Sandra Rocha medeiam mais de cem anos. Apenas dois modos de olhar o mesmo pedaço do mundo.”, escreve Emílio Rui Vilar, preside do Conselho de Administração da Fundação Calouste Gulbenkian. A verdadeira percepção e a emotividade que as autoras possam ter sentido ao visitar o Cáucaso, não decorre do reconhecimento das características físicas do lugar, mas sim da percepção que há uma história por detrás do espaço, neste caso concreto, a história de Calouste Sarkis Gulbenkian. Legenda da foto de Sandra Rocha, Azerbeijão Fundação Calouste Gulbenkian | Sala de exposições temporárias | Av. de Berna 45A | Lisboa | Terça a Domingo: 10h 17h45 | www.gulbenkian.pt/index.php?article=2967&langId=1&format=404sábado, 22 de janeiro de 2011
Galeria Paula Cabral - Café dos Artistas - Lisboa
Legenda da Imagem: Anjo, José Assis
Galeria Paula Cabral - Café dos Artistas | Rua do Século, 171 | Lisboa | Terça a Sábado das 12h às 20h | www.paulacabral-artgallery.com
VERA CORTÊS ART AGENCY - Lisboa
Que sais-je? Um projecto de Ricardo Nicolau, com a participação: Braço de Ferro | Isabel Carvalho | Paloma Polo | Pierre Leguillon | Sofia Gonçalves e Marco Balesteros | Von Calhau | Participação especial: Ana Jotta. Inauguração dia 22 de Janeiro às 17h e estará patente de 25 de Janeiro a 12 de Março. Que sais-je?, considerada a primeira enciclopédia de bolso, foi fundada em 1941. Foram publicados, desde a sua origem, 3800 títulos, de 2500 autores. Traduzida para 23 línguas, é apresentada como uma das mais importantes bases de dados, e de transmissão de conhecimento, do mundo. Mas o que será o conhecimento? E qual poderá ser, além de ter dedicado alguns títulos a este assunto, a ligação desta colecção à arte contemporânea? Atlas, diccionários, enciclopédias – tudo formas de armazenar e transmitir conhecimento – são suportes recorrentemente replicados (e paradiados) pela arte produzida desde as primeiras vanguardas do século XX. O interesse por aquelas formas não se esgotou, mas associa-se hoje à vontade, por parte de muitos artistas, de repensar aquilo que admitimos enquanto conhecimento, informação, comunicação e partilha de dados. Escolas, academias e aulas são modelos frequentemente empregues por artistas e curadores; como estes se aplicam na organização de workshops, seminários, conferências (muitas vezes auxiliadas por projecções de diapositivos ou powerpoints), ciclos de cinema – tudo formatos iminentemente pedagógicos. Este projecto, Que sais-je?, apresentando livros, panfletos, cartazes, projecções de diapositivos, vídeos, aulas e workshops programados por artistas e editores, confronta-nos com várias perspectivas sobre o que poderá, afinal, significar ensinar e aprender. Os artistas e os editores convidados a participar têm questionado a relação entre as suas respectivas actividades e modelos de transmissão de conhecimento – atestam-no o recurso a modelos de ensino, a materiais e suportes que lhe estão associados, a textos de autores que se dedicaram à pedagogia (John Dewey, Bertrand Russell, John Stuart Mill, o incontornável Paulo Freire). Vera Cortês Art Agency | Av. 24 de Julho, nº 54, 1º esq. | Lisbon | Terça a Sábado das 14h às 19h | www.veracortes.com
Paço dos Duques de Bragança Galeria - Guimarães

Até 31 de Janeiro está patente a exposição de pintura e escultura, Origens de Francisco Gomes Machado. “ De cada obra que se aprecia, emerge a magia forte e calma do Artista F.G. Machado. A harmonia das cores e a profundidade dos traços dá aos seus quadros um envolvimento de paz e tranquilidade, que extasia. Os rostos escultóricos exprimem diversos sentir de alma e culturas humanas; parece que falam!” (Fernando C. Marques – 2008)
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