quarta-feira, 15 de dezembro de 2010

TREMA ARTE CONTEMPORÂNEA - Lisboa

A partir de 16 a 23 de Dezembro estará patente a exposição de ilustrações originais do livro Ernesto Bom-Dia de João Vaz de Carvalho. Ernesto Bom-Dia é uma divertida história de José Campanari, em que o protagonista, seguindo a máxima do avô — ao mau tempo, boa cara —, não perde o ânimo nem nos momentos mais críticos; um comportamento que leva a pensar que devemos levantar a cabeça e fazer frente às dificuldades com tenacidade e confiança. Legendada imagem: Acrílico s/papel, 28x60cm TREMA - Arte Contemporânea |Rua do Jasmim 30 (junto ao Jardim do Príncipe Real) | LISBOA | Terça a Sexta das 13h às 19h30 | Sábado das 12h às 19h | www.trema-arte.pt

COLORIDA GALERIA DE ARTE - Lisboa

A partir do dia 18 de Dezembro a 14 de Janeiro de 2011 estará patente a exposição de pintura, intitulada URBANIDADE de Shane Wiggs. O fascínio com a industrialização está incorporado nos trabalhos do norte-americano Shane Wiggs. Fábricas cinzentas e máquinas monocromáticas são o destaque. Grandes arquitecturas mecanizadas ganham plasticidade e identidade nas pinturas. Sítios esquecidos e marginalizados encontram nas obras de Wiggs novas propostas e transformações. O artista rompe a "casca" do teoricamente feio e promove uma releitura dos espaços industrializados. (José Roberto Moreira – Comissário e Galerista) Colorida Galeria de Arte| Rua Costa do Castelo, 63 | Lisboa | Terça à Sábado das 13h30 às 18h | www.colorida.pt

sexta-feira, 10 de dezembro de 2010

CASA DA GALERIA - Santo Tirso































Até 22 de Janeiro de 2011 está a decorrer a exposição Cantos da Casa, que fecha um ciclo que teve como tema subjacente o lugar, iniciado na inauguração da Casa a 15 de Maio, com Alberto Carneiro e a exposição O Ser do Estar”.
Cantos da Casa reúne várias dezenas de trabalhos de desenho, pintura, instalação e assemblages, de 6 nomes com trabalho reconhecido nas artes como Joana Rêgo, Isaque Pinheiro, Emílio Remelhe, Evelina Oliveira, Joaquim de Jesus e Ricardo Leite. Em “Cantos da Casa” recolhemo-nos à nossa casa onde cada canto evoca acontecimentos e sedimenta memórias. Num lugar entre o exterior e o interior, entre o ser e o não ser, se resguarda a nossa intimidade e se constrói o verdadeiro Ser. Nas palavras de Gaston Bachelard : … uma casa tão dinâmica, que permite ao poeta habitar o universo. Ou noutras palavras, o universo vem habitar sua casa. Em cada artista o tema encontra as suas ressonâncias. Evelina Oliveira apresenta-nos em seis telas a sua casa de interior vegetal, fala-nos da dialéctica interior/exterior, dos valores germinativos da vida e interpela-nos com os seus olhos nostálgicos de quem está lá dentro. Emílio Remelhe, em quatro desenhos sobre papel abrasivo, risca o mundo, resignificando memórias e experiências, que quer “apregoar aos quatro cantos”. Joana Rêgo em quatro telas em acrílico apresenta casas dentro de casas, que são os nossos cantos favoritos, os ninhos, a imensidão da intimidade. Em diferentes registos, vemos um refúgio no vão de escadas por Ricardo Leite (óleo sobre tela); as cianotipias de Joaquim de Jesus lançam um novo olhar sobre o jardim, ou a sua oficina; e Isaque Pinheiro apresenta-nos vários objectos reconfigurados e o seu painel de ferramentas. E voltamos a Evelina Oliveira, em pequenos quadros sobre madeira, com a espiral, símbolo desde tempos imemoriais do ciclo nascimento-morte-renascimento. “mutante e permanente volto a ressurgir sendo o mesmo”. Olhando através dos objectos para a distância donde vêm, fazemos um percurso para dentro e para fora, neste armário de lembranças que são os cantos da casa. Casa da Galeria, Santo Tirso | R. Prof. Dr. Joaquim Augusto Pires de Lima 33-37 | Stº Tirso | Terça a Sábado, das 15h às 19h |www.casadagaleria.com

terça-feira, 7 de dezembro de 2010

MCO ARTE CONTEMPORÂNEA - Porto

Até 17 de Janeiro de 2011 está a decorrer a exposição de pintura, Lá historia más bella jamás contada de José Luis Serzo. A história mais bela jamais contada é uma premissa expansiva. Surge com a intenção de evocar uma máxima para titular o final de uma etapa, uma crise; uma vida. Pretende chegar a um tipo de conclusão desejada como resultado de uma alquimia vivencial. Simboliza a busca incansável; o encontro desejado com o sentido profundo da nossa existência. É o início de uma nova série articulada por diversas histórias que conterão esta frase como cabeçalho e/ou ponto de partida e culminará com uma representação teatral. Blinky Rotred, o homem cometa (o meu alter ego), personagem com o qual configurei a maior parte das minhas histórias, é o narrador desta nova aventura e a mesma nave naufragada. Encontramo-nos ante a metáfora de uma viajem (crise) pessoal, num tempo universal. Uma pequena representação da grande travessia: a viagem da vida. Vivemos tempos de naufrágio. De catarse. Da mesma forma que em todas as outras séries, salienta-se a ambição de chegar a ser parte de um todo maior. O meu propósito é construir pouco a pouco as partes de uma grande obra de arte total. Um labor que põe em funcionamento todo o meu conhecimento, amor e valentia, na trama de um universo paralelo repleto de um significado libertador. (José Luis Serzo, Novembro, 2010)
MCO ARTE CONTEMPORÂNEA |Rua Duque de Palmela, 143 | Porto | Terça a Sábado das 15h às 19h | www.mcoart.com