Até 17 de Janeiro de 2011 está a decorrer a exposição de pintura, Lá historia más bella jamás contada de José Luis Serzo. A história mais bela jamais contada é uma premissa expansiva. Surge com a intenção de evocar uma máxima para titular o final de uma etapa, uma crise; uma vida. Pretende chegar a um tipo de conclusão desejada como resultado de uma alquimia vivencial. Simboliza a busca incansável; o encontro desejado com o sentido profundo da nossa existência. É o início de uma nova série articulada por diversas histórias que conterão esta frase como cabeçalho e/ou ponto de partida e culminará com uma representação teatral. Blinky Rotred, o homem cometa (o meu alter ego), personagem com o qual configurei a maior parte das minhas histórias, é o narrador desta nova aventura e a mesma nave naufragada. Encontramo-nos ante a metáfora de uma viajem (crise) pessoal, num tempo universal. Uma pequena representação da grande travessia: a viagem da vida. Vivemos tempos de naufrágio. De catarse. Da mesma forma que em todas as outras séries, salienta-se a ambição de chegar a ser parte de um todo maior. O meu propósito é construir pouco a pouco as partes de uma grande obra de arte total. Um labor que põe em funcionamento todo o meu conhecimento, amor e valentia, na trama de um universo paralelo repleto de um significado libertador. (José Luis Serzo, Novembro, 2010)terça-feira, 7 de dezembro de 2010
MCO ARTE CONTEMPORÂNEA - Porto
Até 17 de Janeiro de 2011 está a decorrer a exposição de pintura, Lá historia más bella jamás contada de José Luis Serzo. A história mais bela jamais contada é uma premissa expansiva. Surge com a intenção de evocar uma máxima para titular o final de uma etapa, uma crise; uma vida. Pretende chegar a um tipo de conclusão desejada como resultado de uma alquimia vivencial. Simboliza a busca incansável; o encontro desejado com o sentido profundo da nossa existência. É o início de uma nova série articulada por diversas histórias que conterão esta frase como cabeçalho e/ou ponto de partida e culminará com uma representação teatral. Blinky Rotred, o homem cometa (o meu alter ego), personagem com o qual configurei a maior parte das minhas histórias, é o narrador desta nova aventura e a mesma nave naufragada. Encontramo-nos ante a metáfora de uma viajem (crise) pessoal, num tempo universal. Uma pequena representação da grande travessia: a viagem da vida. Vivemos tempos de naufrágio. De catarse. Da mesma forma que em todas as outras séries, salienta-se a ambição de chegar a ser parte de um todo maior. O meu propósito é construir pouco a pouco as partes de uma grande obra de arte total. Um labor que põe em funcionamento todo o meu conhecimento, amor e valentia, na trama de um universo paralelo repleto de um significado libertador. (José Luis Serzo, Novembro, 2010)Galeria de Exposições da Biblioteca de Santa Maria da Feira

Até 13 de Fevereiro de 2011 estáa decorrer a exposição Bravo, Lapa e Palolo, constituída por obras da Colecção da Fundação de Serralves. A exposição é comissariada por João Fernandes e pode ser visitada .
A exposição reúne obras dos três artistas que se encontram na colecção do Museu de Serralves, assim como em colecções institucionais e privadas que estão em depósito em Serralves. A mostra não pretende ser antológica da obra de cada um dos artistas mas permite, contudo, a formulação de um olhar particular sobre alguns dos momentos mais relevantes das suas obras, no confronto das diferenças que cada um deles sempre soube cultivar no exercício da amizade e da cumplicidade ética que aos três sempre reuniu.
Joaquim Bravo (1935-1990), Álvaro Lapa (1939-2006) e António Palolo (1946-2000) são três pintores portugueses nascidos em Évora que, coincidindo na amizade e na cumplicidade dos tempos e lugares que partilharam, jamais abdicaram da liberdade irredutível que se manifesta na individualidade de cada uma das suas obras, independentemente dos compromissos, solidariedades ou estratégias de grupo a que os três sempre souberam resistir no contexto de arte praticada em Portugal. Curiosamente, a aprendizagem da pintura e a reflexão estética não parte, em nenhum dos três, da frequência de uma Escola de Arte ou de um relacionamento determinado com o restante contexto artístico nacional. Em todos eles, a descoberta da arte depende muito mais de uma experiência da vida e das situações que ela propicia do que de uma integração num contexto escolar ou artístico. As suas obras estabelecem um diálogo individual e idiossincrático com as referências culturais com que cada um decide confrontar, numa selecção restrita e criteriosa dessas mesmas referências. Se em Bravo e Lapa, as suas obras partem muitas vezes de explícitas referências literárias, em Palolo será o intertexto visual que predomina nos padrões abstractos e geométricos que predominam no cromatismo da sua pintura.
Galeria de Exposições da Biblioteca de Santa Maria da Feira | Av. Belchior Cardoso da Costa | Santa Maria da Feira | Segunda-Feira das 12h às 19h | Terça a Sexta-Feira das 10h30 às 19.h | Sábado das10h às 17h | www.biblioteca.cm-feira.pt
segunda-feira, 6 de dezembro de 2010
Allarts Gallery - Lisboa


Até 15 de Janeiro de 2011 está a decorrer uma exposição de pintura, com uma selecção de quadros em pequenos e médios formatos, especialmente executados por alguns dos artistas residentes da galeria. Artistas participantes: Ada Breedveld, Alain Carron, Alain Donnat, Alessandra Placucci, Carole Perret, Christine Haslé, Davy-Bouttier, Elisabeth, Guido Vedovato, Irene Brandt, J. B. Durão, Lluïsa Jover, Maria Rita, UKÉO, VÉCU e Víctor de la Fuente.
KOMPASS Art Gallery - Aveiro


Até 17 de Dezembro está a decorrer uma exposição colectiva de pintura e escultura, ENTRELINHAS, reunindo um conjunto ecléctico de obras de onze artistas plásticos, já reconhecidos no panorama cultural da arte contemporânea portuguesa e internacional.Kompass Art Gallery | Rua do Gravito, 51 | Aveiro | www.kompassartgallery.com