sexta-feira, 3 de dezembro de 2010

Museu de Aveiro

Até 11 de Janeiro de 2011 está patente a última exposição do projecto itinerante Linguagem e Experiência – Obras da Colecção da Caixa Geral de Depósitos, comissariado por Pedro Lapa. Este projecto parte de uma selecção de obras da Colecção da Caixa Geral de Depósitos que foram organizadas em 8 núcleos autónomos para uma itinerância de 3 exposições no Centro Cultural Palácio do Egipto, no Museu Grão Vasco e no Museu de Aveiro. Estes núcleos, que não são expostos na totalidade de uma só vez, mas seleccionados em função dos respectivos espaços, propõem diferentes leituras, que se assumem como uma teia de articulações sobre a Colecção. Nesta exposição, a maior deste projecto, estarão presentes os seguintes núcleos: - Deslocação e paisagem apresenta obras de Alberto Carneiro e Joaquim Rodrigo - Percepção é composto por trabalhos de Eduardo Nery, José Escada, José Pedro Croft e Rui Toscano - Forever Pop compreende um amplo espectro cronológico e cruza trabalhos de Bruno Pacheco, Cruz-Filipe, Lourdes Castro, João Vieira, José Loureiro, Júlia Ventura, Miguel Soares e Pedro Portugal - Dropthebomb apresenta trabalhos de Fernanda Fragateiro, João Paulo Feliciano, Luisa Cunha e Miguel Soares - Inquietude e sinal reúne obras Filipa César, Helena Almeida, João Penalva, Jorge Molder e Jorge Pinheiro - Memória de uma memória ausente reúne obras de Álvaro Lapa, Ana Jotta, Francisco Tropa, Jorge Queiroz, Julião Sarmento e Pedro Cabrita Reis - Playground inclui obras de Ana Jotta, Francisco Queirós, Jorge Queiroz e Paula Rego. Cada núcleo define características específicas e não se situa na dependência dos outros. Para cada um foi definido um tema aglutinador, que pretende estabelecer relações inusitadas entre obras de diferentes períodos, correntes artísticas e variados media. Cada núcleo propõe problemáticas transversais à actualidade das práticas artísticas. Reúnem-se obras com um espectro cronológico de quase meio século, procurando actualizar novas possibilidades discursivas, que integram as da história da arte deste período, mas a elas não se confinam, antes projectam interpretações que suscitam um diálogo com outros saberes.
Legenda da imagem: Júlio Ventura, Sem título, 1989 (Serigrafia sobre alumínio, 12 x (80 x 80) cm)
Museu de Aveiro | Avenida de Santa Joana Princesa | Aveiro | 3.ª feira a Domingo das 10h às 17h30 | www.ipmuseus.pt/pt-PT/museus_palacios/ContentDetail.aspx?id=1103

SOPRO Projecto de Arte Contemporânea - Lisboa

Até 15 de Janeiro de 2011 está a decorrer exposição individual de pintura, APPROXIMATELY EIGHTY KILOS OF MATTER IN THE UNIVERSE de Jorge Leal. O conjunto de trabalhos apresentados têm por tema central o auto-retrato (o título da exposição remete para o seu próprio peso). A proposta que o artista faz é uma espécie de sessão clínica em que se confronta por um lado, consigo mesmo, por outro, com imagens que lhe interessaram no último ano. Num certo sentido os auto-retratos são o dentro, as restantes imagens o fora, propondo um jogo de espelhos que possibilita entrar e sair das associações de imagens sugeridas. Os trabalhos agora apresentados poderão considerar-se o resultado de uma interrogação sobre a praxis da pintura que Jorge Leal faz e, principalmente, sobre a sua presença no mundo como criador.
Legenda da imagem: Auto-retrato, 2010, óleo sobre tela, 90x62cm
Sopro Projecto de Arte Contemporânea | Rua das Fontainhas, 40 | Lisboa | Terça a Sábado das 15h às 20h
| www.sopro.pt

Museu da Eletricidade - Lisboa

O Museu da Electricidade, na SALA CINZEIRO 8, acolhe, até 23 de Janeiro de 2011, a exposição AS CIDADES DE VIEIRA DA SILVA E ARPAD SZENES. Esta exposição revela-nos os espaços de Maria Helena Vieira da Silva e de Arpad Szenes: as cidades natais (Lisboa e Budapeste),a cidade eleita (Paris),a cidade de exílio (Rio de Janeiro), as cidades de passagem e os lugares imaginários ou míticos de cada um.
Prosseguindo a parceria entre a Fundação Arpad Szenes- Vieira da Silva e a Fundação EDP, sua mecenas, esta exposição surge no âmbito da Trienal de Arquitectura dedicada ao tema Vamos falar de Casas, da qual o Museu da Electricidade é um dos anfitriões.
Museu da Eletricidade | Av. de Brasília, Central Tejo | Lisboa | Terça a Dom das 10h às 18h | Encerra à 2a Feira e nos feriados | www.fundacao.edp.pt

GALERIA PEDRO CERA - Lisboa

Até 22 de Janeiro de 2011 está a decorrer a terceira exposição individual de Ricardo Valentim na galeria, The Unacceptables, que inclui dois novos trabalhos, produzidos no curso deste ano: The Unacceptables e Reference Piece for The Unacceptables. Ricardo Valentim (n. 1978, Loulé) vive e trabalha em Nova Iorque. Conhecido por apresentar programas de filmes e realizar conferências, o seu trabalho desenvolve-se igualmente noutros formatos, entre os quais se destacam o rádio, printed matter, fotografia e escultura. O seus projectos foram apresentados em várias arenas internacionais, entre as quais: Galeria Luísa Strina, São Paulo (2006); unitednationsplaza at e-flux, Nova Iorque (2006); Manifesta 7, Trentino – Tirol do Sul (2007); Frac Île-de-France/Le Plateau, Paris (2007 – 2008); Museu de Serralves, Porto (2009 – 2010). Ricardo Valentim contribuiu ainda para o livro Das Erziehungsbild. Zur visuellen Kultur des Pädagogischen (A Imagem da Educação. Sobre a Cultura Visual da Pedagogia), editado por Tom Holert e Marion von Osten, publicado por Schlebrügge.Editor/Akademie der bildenden Künste Wien. Presentemente encontra-se a preparar a publicação conjunta com Pedro Barateiro do livro Activity, com data de lançamento prevista para Março de 2011, com a chancela da Christoph Keller Editions, publicada pela editora JRP-Ringier de Zurique. Em Novembro, Ricardo Valentim foi anunciado como um dos 2010 Visual Art Grantees da Rema Hort Mann Foundation (Nova Iorque).
Galeria Pedro Cera | Rua do Patrocínio, 67 E | Lisboa | Terça a Sábado, das 14h30 às 19h30 | www.pedrocera.com