terça-feira, 30 de novembro de 2010

Embaixada do México - Lisboa














Até 16 de Dezembro está a decorrer a exposição colectiva de pintura, CALEIDOSCÓPIO - Arte Contemporânea Mexicana. A proposta dessa exposição é apresentar a experimentação na arte contemporânea mexicana. A necessidade em arriscar está presente em todos os trabalhos desse selecto grupo de artistas mexicanos, por conseguinte, o que os une é a originalidade. Artistas participantes: Ignacio Guerrero, Hugo Velez, Hector Massiel, Oliver Esquivel,Socorro Garcia Olvera, Mari Carmen Souza, Letícia Morales, Juan Pablo Bavio,Alejandra Sandoval Corral.
Legendas das imagens: Ignacio Guerrero, Oliver Esquivel e Hugo Velez
Embaixada do México em Lisboa | Estrada de Monsanto, 78 (entrada pela Rua Vila Guiné) | Segunda a Sexta das 10h às 17h | www.sre.gob.mx/portugal/

sexta-feira, 26 de novembro de 2010

CULTURGEST - Lisboa

Até 16 de Janeiro de 2011, nas Galerias 1 e 2 da Culturgest, está a decorrer a exposição Silvæ, de João Queiroz. Primeira apresentação antológica do trabalho do artista. Com uma trajectória artística iniciada ainda na primeira metade da década de 1980, João Queiroz (Lisboa, 1957) é hoje considerado em Portugal autor de uma obra de excepcional singularidade e de enorme relevância no contexto das práticas contemporâneas de pintura. Esta exposição congrega uma vasta selecção de pinturas e de desenhos realizados ao longo dos últimos vinte anos, na sua maioria desde 1998, ano em que passou a tomar o género da paisagem como quadro de referência. Mas inclui um conjunto significativo de obras anteriores, pouco conhecidas, em que o artista investigou a relação entre superfície e forma, e recorreu à escrita para explorar modos de constituição da imagem e apelar a modos de percepção libertos dos hábitos e das categorias determinados pela linguagem. A investigação que João Queiroz tem vindo a desenvolver na pintura e no desenho, tendo como horizonte a construção de novos modos de percepção e de conhecimento, de relação do sujeito com o mundo, foi aprofundada e radicalizada a partir do momento em que o artista tomou a natureza como referente exclusivo do seu trabalho. A experiência de percepção da natureza, a atenção aos acontecimentos que nela se manifestam, repercute-se no processo de realização das obras, sendo no entanto mediada pela memória, reconduzida pelo processo imaginativo, interpretada e transformada pelos protocolos e procedimentos da pintura e do desenho – pela constituição de relações entre formas, entre cores, entre gestos com diferentes intensidades e expressões, entre o pormenor e a estrutura compositiva. Esta exposição desvenda o território que João Queiroz tem vindo a desbravar, um território (por outras palavras, um léxico e uma gramática) continuamente alargado e aprofundado pelo artista na sua exploração das possibilidades da pintura e do desenho enquanto modos de constituição de novos modos de ver.
Visita guiada à exposição terá lugar no domingo 12 de Dezembro, às 17h.

Culturgest
- Fundação Caixa Geral de Depósitos|Edifício CGD | Rua Arco do Cego, Piso 1, 1| Lisboa |segunda a sexta-feira das 11h às 19h; sábados, domingos e feriados das 14h às 20h; encerra à terça-feira|
 www.culturgest.pt

CULTURGEST - Porto

Até 22 de Janeiro de 2011 está a decorrer a exposição Um dicionário, quatro alfabetos, um sistema decimal, de Pedro Diniz Reis. Pedro Diniz Reis (Lisboa, 1972) tem utilizado predominantemente o vídeo no seu trabalho, a par de incursões mais ou menos frequentes por outros media, como a fotografia, a performance e o som. Os seus vídeos resultam de um processo laborioso, em que o domínio irrepreensível das ferramentas de edição do som e da imagem se alia a um rigor formal obsessivo. As obras agora apresentadas – cinco vídeos e uma peça sonora – desvendam uma linha de investigação dentro do seu trabalho, desenvolvida entre 2004 e 2010, que se caracteriza pela utilização de signos linguísticos (diferentes alfabetos, todas as palavras de um dicionário inglês, os números de 0 a 9 ditos em japonês) em processos de composição visual e sonora que aplicam determinadas regras de combinação e sequenciação dos elementos para gerar resultados que escapam à subjectividade do artista. Tomando os signos linguísticos como matéria abstracta, puramente significante, Pedro Diniz Reis reactiva, de um modo muito particular, as tradições da poesia visual e da música concreta e aleatória, convidando o espectador a uma experiência sensorial fortemente imersiva.
Culturgest Porto — Galeria | Edifício Caixa Geral de Depósitos | Av. dos Aliados, 104 | Porto | Segunda a Sábado, das 10h00 às 18h00 (última admissão às 17h45)|Encerra aos domingos e feriados | Visitas guiadas a grupos escolares e/ou organizados (a partir de 10 pessoas) Inscrições e informações: 22 209 81 16

GALERIA QUADRADO AZUL - Lisboa

Até 27 de Novembro está a decorrer a exposição SCRIPTA de Francisco Tropa. Francisco Tropa começou a expor individualmente em 1991 na Galeria Monumental, Lisboa. O seu trabalho suscitou, desde cedo, o interesse e o apoio activo de diferentes agentes do contexto artístico, tendo sido seleccionado para o Prémio União Latina na Fundação Gulbenkian e na Culturgest (1996 e 1998). Ganhou o Prémio da 7ª Bienal das Caldas da Rainha (1997), realizou uma exposição individual na Fundação de Serralves (1998), representou Portugal (em conjunto com Lourdes Castro) na Bienal de São Paulo (1998), participou na Bienal de Melbourne, na Austrália (1999), e na Manifesta em Liubliana (2000).
Francisco Tropa é representado pela Quadrado Azul, em Lisboa. Galeria Quadrado Azul | Largo dos Stephens, 4 | Lisboa (à Rua das Flores) | Terça a Sábado das 13h às 20h | www.quadradoazul.pt