sexta-feira, 12 de novembro de 2010

SHOW ME - design & art gallery - Braga

Até 18 de Dezembro está a decorrer a exposição de pintura Terra do silêncio, da artista plástica Teresa Carneiro. Invocando o mundo feminino "Terra do silêncio" é a procura da artista para a chave da sétima porta, aquela que dá entrada à sala em que todos os sons se desvanecem e se ouve unicamente a voz do silêncio. Através de materiais como tintas acrílicas, pastéis secos ou a óleo em suporte de placas acrílicas e madeiras, o seu trabalho procura, através das suas obras figurativas contar histórias de vida e estados de alma.
SHOW ME - design & art gallery | Rua D. Frei Caetano Brandão, 214 | Braga | www.showme.com.pt

LX Factory - Lisboa

Está a decorrer a intervençao permanente, Water Closet, comissariado por PuppenHaus. Este projecto conta com a participação de Joana Bastos, Ana Pérez-Quiroga, Célia Domingues, Dalila Gonçalves, E Viveram FelizesParaSempre, Inês Amaro, Isaque Pinheiro, Jorge Maciel, Luis Paulo Costa, Maria Moinhos, Nada Design, Rodrigo Oliveira, Sara e André, VBranco.

LX Factory | Rua Rodrigo da Fonseca, 103 | Alcântara | Lisboa

TREMA ARTE CONTEMPORÂNEA - Lisboa

Até 11 de Dezembro está patente a exposição de pintura, Podengo de Brígida Machado. Brígida é autora de novos seres que acendem outras luzes no universo da pintura contemporânea portuguesa. Alentejana de Évora, desde pequena que vive fascinada por animais, reais e imaginários. Têm muita cor e respiram uma maturidade invulgar - que ultrapassa uma realidade palpável e se reforça no âmago das emoções primárias. Nas paredes destaexposição reinam essas fantasiosas criaturas com feições hiper-expressivas. Como se andassem nas suas vidas e houvesse janelas – os quadros - por onde as podíamos espreitar.
TREMA ARTE CONTEMPORÂNEA | Rua do Jasmim, 30 - Sala 2 | Lisboa | Terça a Sexta das 13h às 19h30 | Sábado das 12h às 19h | www.trema-arte.pt

TREMA ARTE CONTEMPORÂNEA - Lisboa

Até 11 de Dezembro está patente a exposição de escultura Mines Magiques de Helga Stüber-Nicolas. Helga afia e desbasta centenas de lápis de cor, reduz a pó as aparas e organiza os fragmentos em novas composições, sobre papel ou tela. As aparas leves juntam-se em formas geométricas: esfera, cubo, cone. Milhares destes pedaços delicados são moldados em grandes esferas, dispostos em camadas, tal como as escamas de um peixe. A franja fina de cor no rebordo de cada apara de madeira é uma componente essencial: com cor o objecto torna-se, de certa forma, menos abstracto. Trabalhar este material sensível estimula as ideias e a artista pretende apelar à reflexão sobre a efemeridade da matéria e a tomar consciência da transitoriedade da nossa existência. Ao escolher elementos sensíveis, a artista leva a obra de arte ao limite da tensão, provocando medo do inevitável. Questiona a imaterialidade e a relação íntima com a substância. O trabalho desenvolvido por Helga Stüber-Nicolas implica, não só, a procura de uma nova ocupação do espaço, mas também da resistência do material. No nosso mundo que se torna cada vez mais virtual, o lápis, um objecto tantas vezes negligenciado no nosso quotidiano, regressa a uma segunda vida através da sensibilidade da artista. Questiona a imaterialidade e a relação íntima com a substância.
TREMA ARTE CONTEMPORÂNEA | Rua do Jasmim, 30 - Sala 3 | Lisboa | Terça a Sexta das 13h às 19h30 | Sábado das 12h às 19h |
www.trema-arte.pt