Até 19 de Novembro está patenteaexposição de fotografia, Music of the Spheres de Brighitta Moser. A artista norte-americana Brigitta Moser transporta para a fotografia o mistério do som, seu universo é todo vibração. Sua inspiração remonta a cosmologia da antiguidade que acreditava que a música terrestre era um eco na harmonia das esferas planetárias. Acreditava-se que cada um dos planetas produzia através de sua órbita uma nota musical. Seus personagens brincam com os tons musicais em meio a um turbilhão de formas circulares. Brigitta Moser confirma que a fotografia é capaz de nos transportar para além do real seu trabalho assume a precariedade da ligação construída entre o imaginário e o real, sem negá-la. A artista não reproduz o real, toma-lhe emprestado alguns de seus fragmentos, cria encontros surreais, reinventa seu universo e cria um mundo harmónico. Brigitta Moser rejeita a ditadura da razão, o humor e o sonho são ferramentas de libertação e possibilitam ao observador uma livre associação de ideias. Os trabalhos rompem a exactidão através do surrealismo, superam as limitações da fotografia e chegam ao mais do que real. (José Roberto Moreira – Comissário e Galerista)sexta-feira, 12 de novembro de 2010
COLORIDA GALERIA DE ARTE - Lisboa
Até 19 de Novembro está patenteaexposição de fotografia, Music of the Spheres de Brighitta Moser. A artista norte-americana Brigitta Moser transporta para a fotografia o mistério do som, seu universo é todo vibração. Sua inspiração remonta a cosmologia da antiguidade que acreditava que a música terrestre era um eco na harmonia das esferas planetárias. Acreditava-se que cada um dos planetas produzia através de sua órbita uma nota musical. Seus personagens brincam com os tons musicais em meio a um turbilhão de formas circulares. Brigitta Moser confirma que a fotografia é capaz de nos transportar para além do real seu trabalho assume a precariedade da ligação construída entre o imaginário e o real, sem negá-la. A artista não reproduz o real, toma-lhe emprestado alguns de seus fragmentos, cria encontros surreais, reinventa seu universo e cria um mundo harmónico. Brigitta Moser rejeita a ditadura da razão, o humor e o sonho são ferramentas de libertação e possibilitam ao observador uma livre associação de ideias. Os trabalhos rompem a exactidão através do surrealismo, superam as limitações da fotografia e chegam ao mais do que real. (José Roberto Moreira – Comissário e Galerista)quinta-feira, 4 de novembro de 2010
Sintra Museu de Arte Moderna - Colecção Berardo
A partir de 13 de Novembro até 20 de Março de 2011 estará patente a exposição, A Mãe das Mães, Pintura e Desenho de Maria Teresa Crawford Cabral, da Colecção Berardo comissariada por Rui Carita, que reúne pela primeira vez toda a produção desta artista, radicada na Alemanha, sobrinha bisneta de Henrique e Francisco Franco e neta de João Cabral do Nascimento e Maria Franco.Nas palavras de Rui Carita: “Dada a oposição, mas também a relação dos seus desenhos e pinturas, optamos pela exposição dos mesmos, em duas séries independentes, uma das quais integrando os núcleos das séries de pintura, pontualmente incorporando alguns dos desenhos relacionados com as mesmas, e outra, os restantes desenhos. Pensamos assim estabelecer uma aproximação e confrontação do trabalho de desenho de modelo, no seu mimetismo imediato, e a criatividade complexa da sua pintura. A encerrar, voltamos a expor uma nova série de desenhos, procurando apresentar, de forma independente, os pontos de partida e de chegada das duas formas de trabalho.
Ao longo destes anos a pintora tem continuado a desenhar a partir de modelo, demonstrando uma profunda necessidade de se assenhorear do corpo humano. No entanto, salvo raras excepções, os seus trabalhos a acrílico e a óleo não incorporam depois directamente os modelos desenhados. Podem-no, pontualmente fazer, a partir de formas e posições anteriormente desenhadas, mas numa oposição à mimética tradicional, pois advêm directamente da recriação contínua e sugerida pelos diversos suportes materiais criados, sobre os quais então desenha. Os suportes, sucessivamente recriados e amalgamados pelas mãos e pés da pintora, são assim essenciais para a sequente criação e recriação até à obra final, dispensando a presença de qualquer modelo.
Até 2001, Maria Teresa atravessou uma fase experimental abstracta, que rapidamente pôs de lado. Iniciou uma nova fase em cuja temática assentou na representação concreta da figura humana. Terminou nesta altura, Die Dreizehn Vortlönen (Os Treze Prétlönistas), a série de obras complexas que, de certo modo, revelaram a maturidade artística, através de uma abordagem temática mais conceptual.
Sintra Museu de Arte Moderna - Colecção Berardo | Av. Heliodoro Salgado | Sintra | Terça-Feira a Domingo das 10h às 18h | www.berardocollection.com
Ao longo destes anos a pintora tem continuado a desenhar a partir de modelo, demonstrando uma profunda necessidade de se assenhorear do corpo humano. No entanto, salvo raras excepções, os seus trabalhos a acrílico e a óleo não incorporam depois directamente os modelos desenhados. Podem-no, pontualmente fazer, a partir de formas e posições anteriormente desenhadas, mas numa oposição à mimética tradicional, pois advêm directamente da recriação contínua e sugerida pelos diversos suportes materiais criados, sobre os quais então desenha. Os suportes, sucessivamente recriados e amalgamados pelas mãos e pés da pintora, são assim essenciais para a sequente criação e recriação até à obra final, dispensando a presença de qualquer modelo.
Até 2001, Maria Teresa atravessou uma fase experimental abstracta, que rapidamente pôs de lado. Iniciou uma nova fase em cuja temática assentou na representação concreta da figura humana. Terminou nesta altura, Die Dreizehn Vortlönen (Os Treze Prétlönistas), a série de obras complexas que, de certo modo, revelaram a maturidade artística, através de uma abordagem temática mais conceptual.
Sintra Museu de Arte Moderna - Colecção Berardo | Av. Heliodoro Salgado | Sintra | Terça-Feira a Domingo das 10h às 18h | www.berardocollection.com
quarta-feira, 3 de novembro de 2010
GALERIA 3+1 ARTE CONTEMPORÂNEA - Lisboa
Até 8 de Janeiro de 2011 está a decorrer a exposição de pintura, Commodities do colectivo de artistas formado por Alice Geirinhas, João Fonte Santa e Pedro Amaral apresenta um conjunto de pinturas realizadas desde meados dos anos 90 até à actualidade. Apresentado ao público pela primeira vez em 1995 na Galeria Zé dos Bois, o trabalho dos Sparring Partners parte da apropriação e recontextualização de imagens retiradas dos media e de um universo referencial da chamada baixa cultura. Esvaziadas do seu significado original, estas imagens ganham novos sentidos que potenciam um olhar crítico sobre a sociedade. Galeria 3+1 | RUA ANTÓNIO MARIA CARDOSO, 31 | LISBOA | TER – SAB 14H – 20H |www.3m1arte.comEMARP - Portimão
A partir de 2 de Novembro até 3 de Dezembro estará a decorrer a exposição de pintura, Cavalo de Tróia de Victor Martins.EMARP - Empresa Municipal de Águas e Resíduos de Portimão | Rua José António Marques, 17 - Apartado 318 | Portimão | Segunda a Sexta das 8h30 às 17h30| www.emarp.pt
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