sábado, 31 de julho de 2010

Museu de Arte Contemporânea de Serralves - Porto


Até 26 de Setembro está a decorrer a exposição, Regresso a Casa, composta por obras da colecção do Museu de Arte Contemporânea de Serralves. A mostra apresenta um conjunto de obras, escolhidas pelo modo específico como representam situações onde o lugar doméstico é interrogado a partir das mitologias do quotidiano que o descrevem ou subvertem. A pintura, a fotografia, a escultura, o vídeo ou a instalação são os suportes dos trabalhos em exposição. As obras aqui apresentadas ganham novas possibilidades de descoberta e de interpretação no contexto das relações que propiciam com o lugar onde são mostradas: da casa como abrigo à arquitectura, da casa como intersecção dos discursos do público e do privado, da relação entre interior e exterior, da projecção individual da singularidade de cada obra no cruzamento das múltiplas histórias. Entre as obras seleccionadas, encontram-se trabalhos de Helena Almeida, Silvia Bachli, Christian Boltanski, Fernando Brito, Gerardo Burmester, Gil Heitor Cortesão, José Pedro Croft, Didier Fiúza Faustino, João Paulo Feliciano, Ângela Ferreira, Fernanda Fragateiro, Dan Graham, Eberhard Havekost, Cristina Iglesias, Ana Jotta, Gordon Matta-Clark, Juan Muñoz, Antoni Muntadas, Bruce Nauman, Maria Nordman, Paulo Nozolino, Pedro Cabrita Reis, Martha Rosler, Richard Tuttle e Ana Vieira, entre outros artistas.
Museu de Arte Contemporânea de Serralves |Rua Dom João de Castro, 210 | Porto | Terça a Sexta das 10h às 17h | Sáb, Dom e Feriados das 10h às 20h | www.serralves.pt

quinta-feira, 8 de julho de 2010

Museu de Arte Contemporânea de Serralves - Porto

Até 10 de Outubro está patente a exposição de Marlene Dumas: Contra o Muro, comissariada por Ulrich Loock. O núcleo da exposição é um conjunto de obras, algumas de grande formato, exibidas em Março de 2010 em Nova Iorque, na galeria David Zwirner, sob o título “Against the Wall” [Contra o Muro]. Este título alude expressamente à chamada “Barreira de Segurança” [Security Wall], o muro que tipifica o conflito israelo-palestiniano, mas também às barricadas de estrada erguidas nos territórios ocupados e ao Muro das Lamentações. Em Serralves o âmbito da exposição foi alargado com a inclusão de cerca de vinte outras obras da última década relacionadas com o conflito do Médio Oriente mas que não haviam antes sido explicitamente associadas ao tema. Este novo conjunto de obras elucida a luta que a artista trava actualmente com os limites e as possibilidades do seu meio de eleição: “Uma pintura precisa de um muro para contestar”. A mostra integra obras cedidas por numerosos coleccionadores públicos e privados da Europa e dos Estados Unidos. Acompanha-a um catálogo com aproximadamente 96 páginas, em português e inglês, com ilustrações das pinturas em exposição e um “banco de imagens” dos materiais documentais e de referência da artista, bem como textos seus e um ensaio da autoria de Ulrich Loock.
Museu de Arte Contemporânea de Serralves |Rua Dom João de Castro, 210 | Porto | Terça a Sexta das 10h às 17h | Sáb, Dom e Feriados das 10h às 20h | www.serralves.pt

GALERIA VIEIRA PORTUENSE - Porto



Inauguração da exposição de pintura de Sara Garrote (Chuca) a ter lugar no próximo dia 10 de Julho, pelas 16 horas, na Galeria Vieira Portuense. Seguir-se-á uma tertúlia de poemas e música. A exposição estará patente ao público até 14 de Agosto. GALERIA VIEIRA PORTUENSE | Largo dos Lóios, 50 | Porto | Terça a Domingo das 14h30 às 18h | www.galeriavieiraportuense.com

TREMA ARTE CONTEMPORÂNEA - Lisboa

Até 31 de Julho decorre a exposição de pintura intitulada High Heel Passenger de Marian Van Der Zwaan. High Heel Passenger é um projecto baseado no tráfico humano para a indústria do sexo e no rápido crescimento desta forma de escravatura. As pinturas são identificadas por sinais de trânsito estigmatizando o facto de como vivemos cada vez mais em função do reconhecimento de sinais e cores, os quais decidem o nosso sexo ou acções a tomar num curto período de tempo, durante o qual nos esquecemos de usar a nossa própria consciência e instinto, deixando-nos ser guiados pelas massas. Marian Van Der Zwaan não usa retratos com o objectivo de não criar qualquer individualismo, sendo que cada obra poderá representar uma multiplicidade de seres humanos. Usando o corpo feminino ampliado mas com cores serenas para não fugir à beleza e estética da pintura, não existe um background no projecto High Heel Passenger, pretendendo-se que a figura principal seja objecto de análise sem qualquer distracção. É obrigatório fomentar a consciência do papel que todos os indivíduos têm enquanto actores sociais na estrada da vida, onde as leis e normas só podem ser efectivadas, e objecto de justiça, se os caminhos que são percorridos forem devidamente controlados pelas autoridades. Em primeira instância são aqueles que estão legalmente mandatados, mas cuja responsabilidade directa ou indirecta a todos compete. (Ana Campina)
TREMA ARTE CONTEMPORÂNEA | Rua do Jasmim no30 | Lisboa | Terça a Sexta das 13h às 19h30 |Sábado das 12h às 19h | www.trema-arte.pt